O país subiu 10 posições no ranking que avalia a forma como é visto no exterior.
O ranking Country Brand Index (CBI), elaborado pela empresa FutureBrand, mostrou em sua ultima analise que o Brasil subiu dez posições na lista que avalia a força da marca de cada país no exterior. Atualmente ocupa o 31º lugar no total de 113 países analisados. O estudo também avalia como cada nação é vista pelas pessoas no exterior
A empresa FutureBrand, é responsável pela análise de marcas no mercado internacional e integra o grupo McCann Worldgroup, que reúne agências de publicidade em diversas partes do mundo.
A ultima analise mostra que o Brasil foi o país que mais cresceu ficando atrás na América latina apenas da Costa Rica .
O estudo considera fatores como a qualidade de vida, a facilidade de se fazer negócios, o turismo e a cultura. Além disso, um dos indicadores – chamado de "valores" – avalia a percepção que estrangeiros têm de cada país nas questões de liberdade política, tolerância, sistema jurídico, liberdade de expressão e consciência ambiental.
De acordo com a consultora, a percepção dos estrangeiros em relação ao Brasil melhorou do ponto de vista da consciência ambiental, qualidade de vida e facilidade de se fazer negócios. Em relação ao turismo, o Brasil ficou em segundo lugar em uma lista das melhores praias (atrás da Austrália) e terceiro lugar no ranking de vida noturna (atrás de Estados Unidos e Grã-Bretanha), segundo a opinião dos estrangeiros.
O estudo destacou também a posição do Brasil entre outros países emergentes. "A Índia, em 29º lugar, lidera os Brics em percepção geral da marca do país, mas o Brasil é a estrela em ascensão do grupo", informa o relatório da FutureBrand. "Depois de garantir a Copa do Mundo da Fifa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, a posição do país no ranking geral saltou dez posições, tornando o Brasil uma estrela ascendente no índice geral."
As dez "marcas" mais fortes, segundo o ranking da FutureBrand são; Canadá, Suíça, Nova Zelândia, Japão, Austrália, Estados Unidos, Suécia, Finlândia, França e Itália. Os pesquisadores ouviram 3.500 viajantes - entre turistas e empresários - e receberam informações de 102 especialistas e de 14 pesquisas de mercado. A maior parte da pesquisa foi realizada em julho deste ano.
Viviane Ruiz